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Crannog mais antigo do mundo foi descoberto

por Mäyjo, em 19.06.17

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Fotos: Joe / Andrew / Ben Salter / Creative Commons

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publicado às 11:53

Os sinais do futuro

por Mäyjo, em 19.02.17

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Fernando Barbella, designer oriundo de Barcelona, tentou imaginar os sinais informativos do futuro, no que concerne ao uso da tecnologia, por exemplo, e criou uma série de sinalética informativa pode estar a poucos anos de se tornar realidade.

 

O designer tentou assim fazer o que os escritores de ficção científica estão a fazer há vários anos: imaginar um mundo não muito diferente do actual, mas onde a vida é ligeiramente diferente.

Segundo o criativo, não foram as pessoas que mudaram, mas sim os sinais à sua volta, à medida que o quotidiano também se vai alterando. Fernando Barbella descreve-se como um “fã da inovação”, “director criativo experimental” e um “contador de histórias regular”.

Os sinais hipotéticos do futuro foram compilados na série “Sinais do Futuro Próximo”, que oferecem um vislumbre da realidade que ainda não existem mas pode passar a existir muito em breve. Desde drones a realidade virtual, hologramas a carros que se conduzem sozinhos, Farbella mostra como o mundo está a evoluir e como pode ser difícil acompanhar o ritmo da mudança.

 

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publicado às 13:15

OS JAPONESES QUE VIVEM EM QUARTOS CLAUSTROFÓBICOS

por Mäyjo, em 30.01.17

 

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Conseguiria viver neste espaço? 

 

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publicado às 12:21

A CIDADE ESPANHOLA QUE GERE TODOS OS SERVIÇOS PÚBLICOS PELO TWITTER

por Mäyjo, em 09.01.17

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A cidade de Jun, em Granada, é a primeira do mundo a gerir todos os seus serviços públicos através do Twitter. Com apenas 3.500 habitantes, a cidade tem um passado ligado à inovação comunitária, na forma como integra os seus habitantes com a administração pública, e esta nova estratégia de atendimento aos munícipes não foge à regra.

 

“O Twitter criou a sociedade ao minuto: perguntas rápidas e respostas rápidas… decidimos que todos [os funcionários públicos] têm que ter uma conta [lá], para que possam ver se as pessoas valorizam o seu trabalho”, explicou o mayor de Jun, José António Rodríguez [na foto], ao Guardian.

Ligados ao Twitter, os serviços públicos podem responder rapidamente às dúvidas dos cidadãos, disseminando todas as informações que lhes possam interessar – cerca de 600 habitantes de Jun já assinaram o serviço e podem partilhar informações sobre crimes, reservar salas para reuniões na câmara municipal, identificar lâmpadas que estejam fundidas e até marcar uma consulta no médico.

Os cidadãos mais idosos, menos representados nas redes sociais, estão também a ser incentivados a utilizar o Twitter – alguns estão a ter aulas para esse efeito. Na verdade, toda a cidade tem wi-fi e existem computadores que podem ser utilizados na própria câmara municipal, por isso não existe nenhuma discriminação na utilização desta nova forma de comunicação.

Neste novo panorama mediático, o varredor municipal é a grande atração do Twitter de Jun – os cidadãos não param de lhe agradecer o serviço e chamam-no à atenção para novos locais que devem ser limpos.

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publicado às 17:58

A VIDA DOS NÓMADAS DO NORTE DA RÚSSIA, ONDE A TEMPERATURA CHEGA AOS -45ºC

por Mäyjo, em 30.10.16

Chukotka 10

Um lugar perdido no mundo 

 

 

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publicado às 13:55

EPIDEMIA MISTERIOSA ESTÁ A MATAR TRIBO INDÍGENA NO PARAGUAI

por Mäyjo, em 31.05.15

Tribo Ayoreo

 

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publicado às 17:14

HABITANTES DA ILHA DA PÁSCOA PODERÃO TER DESAPARECIDO DEVIDO A DOENÇAS TRAZIDAS PELOS EUROPEUS

por Mäyjo, em 10.05.15

Habitantes da Ilha da Páscoa poderão ter desaparecido devido a doenças trazidas pelos europeus

Até à data pensava-se que o colapso civilizacional da Ilha da Páscoa tinha sido causado pela desflorestação e posterior canibalismo. Porém, um novo estudo norte-americano vem contrariar esta teoria.

Investigadores da Virginia Commonwealth University sugerem que o colapso dos Rapa Nui – nome dos habitantes da ilha – foi provocado pela chegada dos colonos europeus, que trouxeram doenças como a sífilis e a varíola, bem como a implementação da escravatura. A lenda diz que a população da ilha cresceu exponencialmente e obrigou os habitantes a abaterem todas as árvores e recursos disponíveis, transformando radicalmente a paisagem do local, o que afectou o solo fértil e forçou a população a praticar canibalismo.

Os cientistas da Virginia Commonwealth consideram, porém, que os habitantes continuaram a viver bastante bem mesmo depois da última árvore ser abatida, o que contraria o mito de que os Rapa Nui provocaram o seu próprio declínio. Para chegar a esta conclusão, os académicos estudaram as ferramentas agrícolas deixadas por este povo, que podem ser encontradas por toda a ilha.

Através da análise dos objectos, os investigadores concluíram que o colapso na agricultura não foi súbito mas sim gradual e apenas em algumas áreas da ilha, escreve o Daily Mail. O estudo foi publicado na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences.

A Ilha da Páscoa é um dos locais habitados mais remotos do mundo. Actualmente, o território pertence ao Chile e está a mais de 3.500 quilómetros da costa chilena e mais de 2.074 quilómetros de qualquer outra ilha habitada.

Acredita-se que a colonização da ilha tenha acontecido entre 700 e 1200 D.C. por polinésios que navegaram até lá navegaram e se instalaram. A população foi crescendo rapidamente e por lá prosperou durante centenas de anos. Alguns cientistas acreditam que no seu pico, a população da Ilha da Páscoa tenha atingido 20.000 habitantes. Outros peritos acreditam ainda que o solo fértil do território permitiu à população desenvolver uma cultura rica, que lhes permitiu esculpir as míticas estátuas moai.

Perto de 1200 D.C, os habitantes começaram a cortar bastantes árvores e palmeiras para construir canoas mas também para transportar as moai gigantes. A partir desta altura, segundo conta a lenda, o solo foi perdendo a sua fertilidade, o que prejudicou a vida selvagem. Foi então que a população começou a passar fome e num último esforço de sobrevivência tornou-se canibal. Quando os primeiros colonos europeus chegaram à ilha, em 1722, a paisagem estava já totalmente alterada e a população estava reduzida a perto de 3.000 pessoas.

Em 1871 os missionários europeus a viver na ilha evacuaram 171 habitantes para o Arquipélago de Gambier. Os habitantes que não quiseram partir eram principalmente homens idosos. Seis anos depois, os Rapa Nui estavam reduzidos a 111 indivíduos. A partir desta altura a população começou lentamente a recuperar e actualmente vivem na ilha cerca de 5.700 pessoas, sendo que poucas são descendentes directos dos Rapa Nui.

Foto: satoim / Creative Commons

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publicado às 17:55

COMO VIVEM OS CHINESES DAS ZONAS RURAIS?

por Mäyjo, em 05.05.15

O fotógrafo Huang Qingjun passou uma década a percorrer as zonas mais rurais e remotas da China, procurando perceber como vive os cidadãos destas regiões e fotografando-os com todas as suas possessões.

O projecto foi megalómano e até algo complexo, de acordo com o fotógrafo chinês, uma vez que muitos dos cidadãos nunca tinha sido fotografados e não queriam passar pela experiência. Então, Qingjun teve de explicar o seu projecto à população, mostrar fotografias de outras famílias com as suas possessões.

Outros dos argumentos foram mais eficazes: dinheiro ou, por vezes, convencer as famílias que era um bom motivo para proceder às limpezas de Primavera.

Muitas das possessões acabam por ser surpreendentes – idosos com DVD, telemóveis ou antenas parabólicas – mas o cenário generalizado mostra comunidades com poucas posses – muitas delas estão mesmo a passar por processos de despejo, para dar lugar a novas urbanizações.

No futuro, Qingjun espera continuar com o projeto e tirar fotografias com as mesmas pessoas, dentro de uns anos, para demonstrar como vivem em pessoas e aquilo que elas compram.

Como vivem as famílias chinesas?

 

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publicado às 17:30

KALASH – UMA CULTURA EM VIAS DE EXTINÇÃO

por Mäyjo, em 11.04.15

Os longínquos Kalash

 

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publicado às 18:02

Seia: Aldeia de Cabeça apresenta o Natal mais ecológico do País

por Mäyjo, em 23.12.13

Seia: Aldeia de Cabeça apresenta o Natal mais ecológico do País

 

Cabeça, no concelho de Seia, saiu do anonimato em Julho passado, quando o Economia Verde a apresentou como a primeira aldeia LED portuguesa. Agora, a pequena aldeia de 180 habitantes quer exportar a aposta da sustentabilidade para o período natalício, através de um evento que promove “o Natal mais ecológico do País”.

O evento decorre entre 29 de Novembro e 5 de Janeiro e conta com o forte envolvimento da comunidade da aldeia, que criará cenários inspirados no imaginário do Natal, na natureza, biodiversidade e respeito pelo ambiente.

“O certame propõe uma experiência única através da história, saberes e sabores da Serra da Estrela, um evento inovador assente na simplicidade da montanha, onde apenas prevalece a tradição do presépio, sem alusão ao Pai Natal”, explica o gabinete de comunicação do Município de Seia.

Promovido pelo conselho directivo dos Baldios de Cabeça, o evento resulta de uma candidatura submetida pelos habitantes da aldeia ao Orçamento Participativo de Seia, uma acção que faz parte do Agenda 21 local.

A ideia tem na sustentabilidade e promoção do território a sua origem. “É um programa inovador e inclusivo, iniciado há dois anos e que impulsiona as comunidades locais a participarem na dinamização e valorização do território e das suas gentes”, explica o presidente da Câmara de Seia, Carlos Camelo.

O projecto vai receber €5 mil do orçamento camarário, e poderá dar um impulso importante ao turismo de natureza da aldeia. No entanto, e segundo Ricardo Mendes, o projecto pretende sobretudo valorizar a floresta e preservar a natureza.

Assim, cerca de 90% dos materiais utilizados nos enfeites provêm de desperdícios da floresta, resultantes da limpeza das matas. “[Queremos] ajudar a consolidar a floresta e o excesso de densidade da floresta”, explicou Ricardo Mendes.

Recorde o Economia Verde sobre o LED de Cabeça.

 

in: Green Savers

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publicado às 16:55


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